Na iniciação, o trabalhador, a matéria e a obra pertencem ao mesmo homem.
O capítulo 2 de “A Engenharia da Consciência” explica por que essa engenharia é diferente de qualquer engenharia material: a consciência pode resistir, distorcer ou apropriar-se da própria linguagem de transformação para proteger-se. A disciplina pode tornar-se rigidez, o conhecimento pode alimentar vaidade, a tradição pode servir ao medo e a autonomia pode degenerar em arrogância.
Por isso a obra precisa ser reflexiva. Não basta perguntar como construir, mas o que se está construindo e a serviço de quem.
A verdadeira obra, diz o livro, não é um homem sem contradições, mas um homem progressivamente capaz de reconhecê-las, assumi-las e trabalhar sobre elas.
“A Engenharia da Consciência”, de Leandro Dotti, está disponível em edição física, com frete grátis para todo o Brasil, e no Kindle, gratuito para assinantes do Kindle Unlimited.
Conheça o livro: https://www.leandrodotti.com.br/livro/


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