Muita gente imagina a fraternidade como concordância permanente, um acordo de nunca incomodar ninguém. O capítulo 5 de “A Engenharia da Consciência” desfaz essa imagem em duas frases.
Ser fraterno não significa permitir tudo. Significa recusar-se a desumanizar, inclusive quando é necessário discordar, corrigir ou afastar-se.
O livro reconhece que a fraternidade não obriga ninguém a aceitar manipulação, abuso ou desrespeito para preservar uma aparência de harmonia. E lembra que o Rito Moderno não resolve esse problema por meio de uma teoria política pronunciada em cada sessão. Coloca homens diferentes dentro de uma mesma obra. Nenhum deles pode realizá-la sozinho.
O capítulo inteiro trata da liberdade como método, do direito de errar ao dever de estudar.
“A Engenharia da Consciência: o método iniciático da Maçonaria através do Rito Moderno” foi escrito para quem pratica o Rito Moderno, para maçons de outros ritos e para quem nunca entrou numa Loja.
“A Engenharia da Consciência”, de Leandro Dotti, está disponível em edição física, com envio pelos Correios para todo o Brasil, e no Kindle, gratuito para assinantes do Kindle Unlimited.
Conheça o livro: https://www.leandrodotti.com.br/livro/


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