Todo mundo conhece alguém que mudou depois de receber um crachá, uma sala ou um título. Às vezes, esse alguém fomos nós.
O capítulo 3 de “A Engenharia da Consciência” recorre a Montesquieu: todo poder tende a ultrapassar seus limites quando não encontra outro poder capaz de contê-lo. Por isso a moderação precisa ser incorporada às instituições, e não depender só da virtude de quem governa.
Na Loja, o livro vê uma pedagogia da limitação: nenhum Oficial realiza sozinho o trabalho, a autoridade circula, quem preside hoje retornará amanhã à condição comum de Irmão.
E resume numa imagem: o malhete é confiado, não incorporado à identidade. A função precisa ser desempenhada, mas não apropriada.
Que lugar que você ocupa anda se confundindo com quem você é?
“A Engenharia da Consciência”, de Leandro Dotti, está disponível em edição física, com envio pelos Correios para todo o Brasil, e no Kindle, gratuito para assinantes do Kindle Unlimited.
Conheça o livro: https://www.leandrodotti.com.br/livro/


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