Tem quem leia um símbolo e conclua o que já pensava antes de olhar. E tem quem decore a explicação de outro e nunca mais olhe de novo. Os dois deixaram de pensar.
O capítulo 7 de “A Engenharia da Consciência” mostra o caminho do meio. Diante de um símbolo, a consciência precisa participar da construção do sentido. Mas a abertura do símbolo não autoriza qualquer interpretação. O iniciado deve distinguir aquilo que o símbolo lhe sugere daquilo que pode afirmar historicamente sobre ele.
Essa disciplina protege a tradição contra invenções apresentadas como fatos ancestrais. E protege a consciência contra a obrigação de repetir apenas aquilo que já foi dito.
A forma estabelece margens. Dentro delas, a consciência constrói relações.
Quando foi a última vez que você conferiu a fonte do que repete?
“A Engenharia da Consciência”, de Leandro Dotti, está disponível em edição física, com envio pelos Correios para todo o Brasil, e no Kindle, gratuito para assinantes do Kindle Unlimited.
Conheça o livro: https://www.leandrodotti.com.br/livro/


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