Todo mundo já teve um professor que respondeu a uma pergunta com outra pergunta. Na hora irrita. Anos depois, é dele que a gente lembra.
O capítulo 2 de “A Engenharia da Consciência” apresenta a hipótese de que a relativa simplicidade do Rito Moderno não representa necessariamente falta de profundidade. Pode expressar uma escolha metodológica.
A consciência não é formada apenas por aquilo que recebe, mas também pelo esforço necessário para construir sentido. Quando a explicação não está completamente pronta, o iniciado precisa observar, comparar, pesquisar, duvidar e responder.
O livro faz questão do limite: isso não significa que todo praticante desenvolva autonomia. A hipótese refere-se às possibilidades inscritas no método, não a resultados inevitáveis.
Que pergunta sua ainda espera ser respondida por você mesmo?
“A Engenharia da Consciência”, de Leandro Dotti, está disponível em edição física, com envio pelos Correios para todo o Brasil, e no Kindle, gratuito para assinantes do Kindle Unlimited.
Conheça o livro: https://www.leandrodotti.com.br/livro/


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