Uma biblioteca organiza condições para o estudo, mas não produz conhecimento em quem jamais lê. Uma escola oferece métodos e desafios, mas não determina aquilo que cada aluno se tornará.
O capítulo 2 de “A Engenharia da Consciência” explica por que o livro usa a palavra engenharia: existe organização de elementos e orientação para uma finalidade, não controle absoluto dos resultados.
Do mesmo modo, o rito organiza condições de experiência, sem garantir que o iniciado as utilizará.
Se determinasse inevitavelmente o comportamento, seria condicionamento. Se não organizasse nada, não formaria ninguém. O livro chama isso de uma engenharia aberta, cuja finalidade não é fabricar obediência, mas favorecer autonomia.
Que ponte já está diante de você e ainda não foi atravessada?
“A Engenharia da Consciência”, de Leandro Dotti, está disponível em edição física, com frete grátis para todo o Brasil, e no Kindle, gratuito para assinantes do Kindle Unlimited.
Conheça o livro: https://www.leandrodotti.com.br/livro/


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