A promoção sai, a sala fica maior, o nome sobe no organograma. A pergunta que quase ninguém faz é: o que isso passa a me exigir?
O capítulo 2 de “A Engenharia da Consciência” trata dos riscos da identidade maçônica. Ela pode ser utilizada como distinção social, compensação para inseguranças ou fonte de superioridade. O título pode substituir o trabalho, e o pertencimento pode tornar-se privilégio.
A resposta do livro é que a transformação iniciática exige que a identidade aumente a responsabilidade. Ser maçom não deveria significar possuir uma qualidade moral garantida, mas aceitar um compromisso de trabalho.
O cargo não confirma superioridade; aumenta a obrigação de servir. A nova narrativa somente é iniciática quando permanece aberta à revisão.
“A Engenharia da Consciência”, de Leandro Dotti, está disponível em edição física, com envio pelos Correios para todo o Brasil, e no Kindle, gratuito para assinantes do Kindle Unlimited.
Conheça o livro: https://www.leandrodotti.com.br/livro/


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